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O CENTROP é uma Associação sem fins lucrativos constituída e oficializada a 25 de Novembro de 2004.

Reconhecida como ONGD desde 01 de Junho de 2009, sedeada no ISA, tem como objectivos principais a promoção e apoio ao desenvolvimento sustentável em regiões tropicais através da participação em projectos de desenvolvimento, da investigação científica, da realização de estudos sobre Agricultura e o Desenvolvimento Rural, e da divulgação de temas e acções de formação relacionadas com o desenvolvimento técnico, económico e social.

O CENTROP

Na reunião do 29º “Executive Board” do CTA (Technical Centre for Agricultural and Rural Coopertaion) realizada em 16 e 17 de Março de 2017,  o  Prof. do Instituto Superior de Agronomia Augusto Manuel Correia, Presidente do CENTROP, foi nomeado “Chair do Board do CTA”.
O “Executive Board” é composto por seis membros e de forma paritária, três provenientes dos países ACP (África Caraíbas e Pacífico) e 3 de Estados Membros da União Europeia.
O “Executive Board” tem como missão apoiar, monitorar e controlar os aspectos técnicos, administrativos e financeiros relacionados com as actividades do Centro.
O CTA (www.cta.in) foi estabelecido em 1983 aquando da assinatura da Convenção de Lomé entre os países ACP (África, Caraíbas e Pacífico) e os Estados Membros da União Europeia e que desde 2000 se norteia pelo acordo de Cotonou firmado entre os mesmos parceiros e que expirará em 2020.
Nos 34 anos de acção que já leva, O CTA prestou uma grande contribuição para a Agricultura e para o Desenvolvimento Rural dos países ACP nomeadamente em 6 áreas fundamentais:
1 – Criação de conhecimento, partilha e disseminação de informação. Vários estudos, várias reedições de livros importantes, edição de várias revistas onde a revista Esporo (Spore)   (www.spore.cta.in) assume uma importância grande pela actualidade e qualidade de informação de veicula sobre os mais diferentes temas da agricultura e do desenvolvimento rural dos países ACP.
2 – Desenvolvimento de capacidades ao nível humano, técnico, institucional e de criação de parcerias ao nível dos países beneficiários (cursos de formação nas mais diversas áreas).
3 – Adaptação de novas tecnologias e de inovações que visem beneficiar os pequenos agricultores, usualmente os mais desfavorecidos.
4 – Fortalecimento dos pequenos agricultores na sua resiliência e adaptação às alterações climáticas
5 – Desenvolvimento e capacitação dos países ACP na formulação de políticas que visem o seu desenvolvimento rural.
6 – Contributo para a inserção dos pequenos agricultores nas diferentes cadeias de valor por forma a contribuir para a sua inserção no mercado e para a sua melhoria do nível de vida.